SP: 8/06/17 – 17h51

Bom ouvinte

por José Morelli

A natureza, em sua sabedoria, dotou os humanos e a quase totalidade dos animais com dois ouvidos para ouvirem e uma boca, apenas, para falar. Uma proporção de dois para um. A fala de cada indivíduo é resultado de suas conclusões pessoais, enquanto que o que seus ouvidos ouvem é produto da elaboração de muitos. A proporção de dois para um, portanto, pode representar certo equilíbrio na arte de fazer uso da própria audição e da própria fala.

Dependendo das circunstâncias de vida de cada pessoa, o ato de revelar-se pela fala não é tão fácil de ser realizado como se poderia supor. Não são poucos os que, por alguma razão, criaram obstáculos à própria comunicação encontrando grande dificuldade de falar de si mesmos. Um mínimo de confiança no outro é condição indispensável para que alguém se sinta encorajado a se revelar em suas dúvidas, segredos e intimidades.

Bom ouvinte é aquele que consegue dar mostras de sua capacidade de acolher e de ouvir o que o outro tem a lhe dizer. As pessoas se constroem cada uma à sua maneira. Não há quem possa viver em total solidão. Nenhum ser humano é uma ilha, como se costuma dizer. As pessoas se complementam em suas necessidades. A sociedade, considerada em seu conjunto, precisa tanto daqueles que desenvolvem a capacidade de falar com propriedade como daqueles que desenvolvem a capacidade de ouvir, especializando-se como bons ouvintes. O sentido de segurança pessoal precisa ser reforçado por algum consenso ou concordância dos próprios juízos e entendimentos. Para acreditarem em si mesmas, as pessoas precisam de certa aprovação quanto ao que pensam, sentem e imaginam.

Ao falar de si mesmo, o indivíduo também se ouve. Sua fala sai de sua boca e entra por seus ouvidos. Dos ouvidos, volta à mente, permitindo que os pensamentos sejam reformulados, caso isso seja necessário. Para ser entendida, a fala precisa de um mínimo de organização: pensamento e emoção devem se encaixar e se contemplar mutuamente em suas importâncias Esse é um processo que ajuda na reformulação da própria identidade pessoal e do meio em que vive. Um verdadeiro tratamento psicológico que ajuda no desenvolvimento da saúde mental e emocional.A natureza, em sua sabedoria, dotou os humanos e a quase totalidade dos animais com dois ouvidos para ouvirem e uma boca, apenas, para falar. Uma proporção de dois para um.

A fala de cada indivíduo é resultado de suas conclusões pessoais, enquanto que o que seus ouvidos ouvem é produto da elaboração de muitos. A proporção de dois para um, portanto, pode representar certo equilíbrio na arte de fazer uso da própria audição e da própria fala. Dependendo das circunstâncias de vida de cada pessoa, o ato de revelar-se pela fala não é tão fácil de ser realizado como se poderia supor. Não são poucos os que, por alguma razão, criaram obstáculos à própria comunicação encontrando grande dificuldade de falar de si mesmos.

Um mínimo de confiança no outro é condição indispensável para que alguém se sinta encorajado a se revelar em suas dúvidas, segredos e intimidades. Bom ouvinte é aquele que consegue dar mostras de sua capacidade de acolher e de ouvir o que o outro tem a lhe dizer. As pessoas se constroem cada uma à sua maneira. Não há quem possa viver em total solidão. Nenhum ser humano é uma ilha, como se costuma dizer. As pessoas se complementam em suas necessidades.

A sociedade, considerada em seu conjunto, precisa tanto daqueles que desenvolvem a capacidade de falar com propriedade como daqueles que desenvolvem a capacidade de ouvir, especializando-se como bons ouvintes. O sentido de segurança pessoal precisa ser reforçado por algum consenso ou concordância dos próprios juízos e entendimentos. Para acreditarem em si mesmas, as pessoas precisam de certa aprovação quanto ao que pensam, sentem e imaginam.

Ao falar de si mesmo, o indivíduo também se ouve. Sua fala sai de sua boca e entra por seus ouvidos. Dos ouvidos, volta à mente, permitindo que os pensamentos sejam reformulados, caso isso seja necessário. Para ser entendida, a fala precisa de um mínimo de organização: pensamento e emoção devem se encaixar e se contemplar mutuamente
em suas importâncias Esse é um processo que ajuda na reformulação da própria identidade pessoal e do meio em que vive. Um verdadeiro tratamento psicológico que ajuda no desenvolvimento da saúde mental e emocional.

Atendimentos Psicológicos:José Morelli: CRP 06/16054Vera Lucia Z. Morelli: CRP 06/16055Luciana Zampar Morelli: CRP: 06/75126Fisioterapeuta: Anna Silvia T. de Oliveira: Crefito: 41448-FRRua Betari, nº 274, Tel: 11 2097-0139 – Penha